sábado, 27 de agosto de 2011


Devo encontrar unidade com outros para ter a força de suportar o que vier a me suceder.
Posso confiar aos que me cercam o conhecimento de meu eu interior.
Hoje abrirei os braços para meus semelhantes.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Campanha: Troque sua foto por uma opinião.


Eu, KIKE, estou iniciando uma campanha: "TROQUE SUA FOTO POR UMA OPINIÃO".
Peço para que todo aquele que acredita que a educação deva receber um piso salarial justo, troque sua foto de MSN, ORKUT, FACEBOOK ou outro recurso tecnológico por uma foto manifesto: " LUTANDO POR UM PISO SALARIAL JUSTO PARA A EDUCAÇÃO".
Passe para seus contatos para que essa luta tenha um resultado satisfatório.
Agradeço muito pela compreensão e disposição em auxiliar uma categoria que vem à muito tempo sofrendo injustiças.

terça-feira, 8 de março de 2011

AMOR

Amar é alimentar-se mutuamente, não viver do outro como um vampiro. Bessie Head.
O amor verdadeiro é compromisso. É repartir e alternar.
É colocar em primeiro lugar o interesse de alguém. O amor tem muitas expressões e é demonstrado por inúmeros gestos. Oferecer amor a alguém, quando a oferta é sincera, é algo que beneficia tanto quem dá como quem recebe.
Nossas almas calejadas sempre se suavizam com a gentil presença do amor. Nenhum de nós pode evoluir mental e emocionalmente se cultiva o isolamento em lugar da intimidade.
Aprendemos quem somos graças ao nosso envolvimento com os outros. Compreendemos nossos defeitos e ganhamos oportunidades de realçar nossas qualidades enquanto convivemos com os defeitos e qualidades dos outros. O tempo e a paciência ensinam que geralmente o amor demora a se manifestar, mas com certeza vem quando existe a decisão mútua de viver e crescer na companhia um do outro.
Cada pessoa que amamos de verdade torna mais fácil nossa própria sobrevivência.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Os homens e as mulheres se encontram e se misturam na multidão. No entanto, em si mesma, cada alma permanece solteira. Alice Carey

domingo, 22 de agosto de 2010

...o indivíduo saudável, forte, é aquele que pede ajuda quando necessita, quer esteja sofrendo de um abscesso no joelho ou na alma. Rona Barrett

Não estamos destinados a carregar nossos problemas sozinhos. Vivemos em companhia uns dos outros por um desígnio maior e a evolução que cada um de nós precisa ter está intimamente ligada tanto aos sofrimentos como às alegrias que todos experimentamos.
Cada um de nós tem a capacidade de nutrir nossos semelhantes e guiá-los em seus passos vacilantes. Precisamos nos habituar a pedir auxílio, lembrando-nos que cada indivíduo carrega dentro de si o remédio para os males de outro. Da mesma forma, devemos estar sempre atentos para os gritos de socorro de nossos semelhantes. Estamos juntos nesta grande jornada porque assim somos capazes de suavizar os trechos pedregosos do caminho que nos fariam tropeçar se estivéssemos viajando sozinhos.
Hoje haverá muitos pedidos de socorro e alguns estarão prontos para responder. Precisamos todos lembrar que um de nossos mais importantes dons é o de oferecer conforto aos amigos que tropeçam no difícil caminho da vida.

sábado, 31 de julho de 2010

...nós nos tornamos um enquanto dormíamos e agora não posso saltar porque sua mão não consigo soltar. Marina Tsvetayeva

Relacionamentos longos e íntimos muitas vezes nos confundem, pois podemos perder o sentido de onde estão nossas fronteiras individuais. Acabamos confundindo nossas aspirações e sofrimentos com os de outra pessoa - cônjuge, amante, pais, irmãos ou filhos. Quando esse relacionamento muda, quando a outra pessoa morre, parte ou forma uma outra ligação íntima, sentimo-nos magoados e desesperados, sem certeza de quem realmente somos.
Esse embaçamento de fronteiras jamais é saudável, embora no início talvez não sintamos o mal que ele causa. Relacionamentos saudáveis devem ser estruturados com cautela, para que entremos neles sem abandonar a autenticidade de nossas reações à vida. Se eles mudarem ou terminarem, é possível que venhamos a sofrer, mas não nos veremos envolvidos na terrível confusão que resulta de termos entregado a alguém pedaços de nós.